Posso chamar os meus vinte e oito anos de vida de capítulo da gratidão.
Agradeço ao universo por me despertar a consciência para a natureza,
agradeço por ter um filho saudável,
agradeço por aprender com os meus erros e saber ainda tão nova sobre o que muitas pessoas morrem sem saber.
Saber quem sou.
Afinal viemos ao mundo para nos encontrar, ao menos eu não aceitaria morrer sem saber quem habitava em meu corpo, essa alma inquieta, que rodeou tantas vielas e tantas outras almas até chegar a compreender a gratidão e que isso é somente nosso, estar em paz conosco, interiormente, sem esperar do externo, expandir e sorrir em paz com sua própria alma, habitando essa realidade tão exigente.
Isso é viver na grande matrix

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