Sem emprego.
Sem estudo.
Realmente eu não sei o que fazer. Provavelmente iremos viver na rua, e não tenho mais ninguém que eu possa contar para saber o que fazer pra ter alimento e pagar contas pra permanecer num quadrado.
Posso não gostar da minha sogra, mas sei que ela foi a única que não me virou as costas para colaborar a criar meu filho desde que pari.
Eu não deveria estar reclamando, deveria apenas agradecer, mas vim de uma realidade oposta, jamais fiquei sem me cuidar e higienizar, sem pessoas preocupadas comigo e meu bem estar. De me preocupar com a hidratação do meu cabelo e roupas bonitas, cheirosa, passeios. E então me encontro com alguém que me apresentou os animais e trata os cachorros como seres humanos, como superior na verdade né rsrs ser humano não é nada mil maravilhas, mas acredito que eu não merecia viver desse jeito, como um animal prestes a morrer aos 28 anos.
Já deixando de ter fé, me jogando a possibilidade de virar mendiga junto ao meu filho. Eu realmente não sei se o pai do meu bebê está a me castigar ou se a economia do Brasil está falindo. Não sei o que faço para cuidar melhor dele. Não sei mais me ver sem ser um animal moribundo. Aguardando a morte todos os dias, com pena do meu neném, pela situação que nos encontramos e as pessoas ao nosso redor.
Isso foi um desabafo de uma mãe de primeira viagem, sem apoio familiar.
1 comentários:
Oi, Fanny. Aqui é a Suzana. Queria ter notícias suas, descobri esse seu blog recentemente. Me chama no whats 13 997120070
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